Uma coisa que sempre me preocupa é como ensinar meus filhos a ter uma relação saudável com o dinheiro. Como meu filho mais velho de apenas 6 anos, vive me pedindo um iPad e achando que isso é normal, porque seus amiguinhos tem, eu resolvi ler mais sobre o assunto, para educá-lo de forma correta!
Eu li essa matéria no site Tempo de Mulher, da jornalista Ana Paula Padrão, e achei bacana, confiram alguns trechos…
Ensinando o valor do dinheiro
Mesada: “É uma maneira, entre muitas, de iniciar a criança na educação financeira. Mas recomendo o repasse mensal só depois dos 11 anos, e o valor tem a ver com a maturidade do filho. Antes dessa idade, a criança deve receber o que chamo de “semanada”. Nesse caso, o valor deve corresponder à idade do filho, um real para cada ano. Então, se ele tem 8 anos, dê R$ 8 semanais”.
Ensine desde cedo seu filho a poupar: “Conceitos de educação financeira devem ser introduzidos na realidade da criança quando os pais começam a dar a “semanada”. Proponha que parte do valor seja dedicado a uma poupança de curto prazo – uma poupança de gaveta, não necessariamente depósito no banco. Mostre ao seu filho que é preciso atribuir um objetivo ao guardar dinheiro, não 'guardar por guardar'. Os pais podem fazer esse exercício não só relacionando o dinheiro, mas o desejo da criança. Por exemplo, se o seu filho quiser consumir um chocolate ou uma bala, proponha que ele espere 15 minutos antes de comer. Ou proponha que só beba refrigerante aos finais de semana. Quando a criança se esforça para ter a capacidade de disciplinar seu desejo, vai ter de si uma percepção favorável, a de que consegue fazer o mesmo com o dinheiro”.
Chame seu filho a participar de um projeto familiar: “Essa é interessante para fazer com seu filho quando já adolescente. Se pretendem fazer uma viagem em família durante as férias, peça a ajuda dele nas economias – ele pode deixar de fazer um passeio no final de semana, por exemplo -, e também no planejamento dos detalhes. Dê a ele a função de pesquisar o valor das passagens, do hotel, quais passeios pretendem fazer e quanto deve custar. É importante que os filhos saibam o valor das coisas e de que forma seus pais se organizam para oferecer esses passeios. Mas atenção: isso não significa colocar os filhos a par de todos os detalhes da situação financeira da família, dizer quanto os pais ganham, o valor das contas de água, luz, telefone, gás, escola, convênio e das dívidas. A dificuldade de os filhos entenderem isso pode custar muito aos pais. Eles podem pensar que, na verdade, não passam de um peso aos pais”.
A consultora lembra também que os pais devem ser disciplinados em relação ao dinheiro. “Precisam fazer uso consciente da grana, têm que se preocupar em ser modelo. Claro que se já errou, não esconda, conte aos filhos como e porque aconteceu, eles podem aprender com esses exemplos também. O fato de dizer que tem ou tiveram dificuldade para se educar financeiramente pode ajudar a formar a consciência deles”.
Agora vamos colocar em prática!
Bjusss





